Chile – Santiago e Deserto do Atacama: como chegar e outras dicas gerais

Esse é um post do estilo “burocrático” 🙂 Explico melhor… Não é burocrático porque estou fazendo por obrigação, mas sim para explicar como chegar, o que precisa, que vôos e empresas aéreas pegar, etc. Todas aquelas informações que você precisa para chegar no seu sonhado destino sem stress e poder curtir seu roteiro de forma tranquila e sem “perrengues” 🙂

Resumidamente meu roteiro foi:

  • Porto Alegre – São Paulo, São Paulo – Santiago (ambos aéreos): meio dia de viagem  + 3 dias inteiros em Santiago.
  • Santiago – Calama (aéreo), Calama – San Pedro de Atacama (terrestre) : meio dia de viagem e transfer + 5 dias e meio em San Pedro do Atacama
  • San Pedro de Atacama – Calama (terrestre), Calama – Santiago (aéreo), Santiago – São Paulo (aéreo), São Paulo – Porto Alegre (aéreo): e aqui, foram mais de 15hs de viagem. Saindo as 6:30 da manhã do hotel em San Pedro e chegando em Porto Alegre as 21:30

Meu roteiro sai de Porto Alegre. Como não temos vôos diretos para Santiago, precisei fazer conexão em Guarulhos, São Paulo. Há vôos saindo do Aeroporto Internacional Tom Jobim no Rio de Janeiro também. Eu viajei na combinação Tam + Lan, tudo comprado pelo próprio site da Tam. Para chegar em Santiago, são cerca de 4 hs de vôo. Antes de voar para Calama (a cidade com aeroporto mais próxima de San Pedro de Atacama), fiquei 3 dias em Santiago e só então fui ao deserto :). Do aeroporto de Santiago ao seu hotel você pode optar pelo taxi privado ou serviço de transfer compartilhado de van. Eu cheguei em Santiago por volta das 20hs e fiquei em um hotel no centro da cidade, então optei pelo compartilhado e em menos de 30 minutos estava no hotel. Se você se hospedar em bairros mais distantes, como Providence ou Las Condes, acredito que de transporte compartilhado você pode levar entre uma hora/ uma hora e meia para chegar. A empresa que contratei foi a Transvip e foi bem eficiente. Eu não fiz a reserva antecipada pelo site. Quando você desembarcar em Santiago, logo na saída do DutyFree estarão as esteiras de bagagem, casas de câmbio, aluguel de carros e transfers. Bem fácil.

Ah! Bom lembrar: no Chile você entra com sua Carteira de Identidade Brasileira (não vale carteira de motorista, tem de ser a identidade mesmo) ou com seu passaporte. Facilita um pouco pra quem ainda não tem passaporte.

Para sua ida a Calama há duas opções: no mesmo bilhete (multi-cidades) Tam + Lan, você já inclui os trechos Santiago-Calama/Calama-Santiago. Você ganha alguns quilos a mais na franquia de bagagem e se fizer o retorno direto, como eu, algum conforto em relação as conexões (caso atrasem). A outra opção é fazer esse trecho pela Sky Airline, uma companhia aérea Chilena. Quando fiz meu roteiro, li em muitos lugares que essa opção seria a mais em conta. Ao fazer minhas simulações para compra de passagens, a diferença optando pelo multi-cidades Tam + Lan ficou tão pequena que optei por essa facilidade. O valor era inferior a R$ 100,00 e achei válido arcar com esse custo. Se você está com o orçamento mais apertado, talvez consiga uma barganha melhor indo pela Sky 😉 Esse vôo leva cerca de 2hs.

Chegando ao aeroporto em Calama, você tem duas opções: a combinação taxi até o centro da cidade + ônibus até o centro de San Pedro ou transfer de van direto na porta do seu hotel/hostel em San Pedro de Atacama. Eu também fui pela conveniência do transfer e escolhi a Transfer Pampa mas ouvi ótimas recomendações também sobre a Trans Licancabur. Deixei agendado por e-mail, eles me esperaram com uma plaquinha no desembarque 🙂 Deixei agendado também meu retorno e na véspera recebi a confirmação por e-mail do horário que seria pega no hotel. Pontualidade e serviço vip (as 6:30 da manhã, voltei sozinha na van). E então começou aquela rotina tradicional de aeroporto/conexões . Se você optar pelo ônibus a companhia se chama TurBus, mas daí vou ficar devendo detalhes já que não foi minha opção de transfer.

Sobre dinheiro: lá o que vale são os pesos chilenos. Eu já saí do Brasil com alguns cálculos feitos e alguns pesos comprados. Muitas pessoas fazem o câmbio por lá mesmo: real/pesos ou dólar/pesos. Não precisei fazer esse câmbio por lá, mas a maioria dos brasileiros com quem conversei levaram dólares para trocar.

Valores:

  • Passagens: vai depender muito da época, da antecedência e se você conseguir alguma promoção.
  • Transfers:
    • Aeroporto de Santiago para o hotel: em transfer compartilhado, cerca de 7.000 pesos cada trecho
    • Calama para San Pedro: 12.000 cada trecho. Se você agendar ida e volta, fica por 20.000 pesos os dois trechos.

Seguro Viagem:

Façam! Simples assim! Eu nunca precisei usar, mas nunca se sabe quando uma mala vai se perder e você pode precisar comprar roupas ou, o que mais me preocupa, se você vai precisar de assistência médica. Em San Pedro de Atacama, passei mal com a altitude e pensei que fosse precisar. Por sorte, não precisei. Mas isso eu conto em outro post 🙂 O meu eu fiz com a Mondial e escolhi a opção Standard, não custou mais que R$ 150,00 para 10 dias de viagem.

Próximos posts falarei mais sobre o roteiro em Santiago e como se movimentar por lá, bem como sobre o Atacama, passeios e como sobreviver ao mal da altitude 😉

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2 comentários em “Chile – Santiago e Deserto do Atacama: como chegar e outras dicas gerais

  1. Parabéns pelo blog! Realmente é um destino fascinante, já penso no meu retorno. As dicas estão ótimas!!!

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